13.2.11

Por vezes, esquecendo de fazer, esquecemo-nos de ser.

2 comentários:

Daniel Silva (Lobinho) disse...

HUm... interessante. E, sim, é verdade! Uma sonolência de alma que leva a um apagamento pela omissão do simplesmente fazer. Talvez a coisa deva começar logo aí, e depois nãom interromper a essência do que somos. Sem dúvida!

Abraço

Heartbeats disse...

Por vezes, a quebra da rotina pode ser revelador ou fatal.

Abraço